Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano

O Hospital Escola do UNIFESO!

Em 29 de abril de 1972, por meio da Lei Municipal 739, o Hospital das Clínicas de Teresópolis transformou-se em hospital universitário, conjugando os interesses de ambas as partes, foi lavrado o primeiro convênio entre a Prefeitura e a FESO, já que a Faculdade de Medicina exigia a existência de um Hospital para o ensino médico, passando então a administrá-lo.

Em 09/11/1999, pela Lei Municipal n.º 1935, em homenagem a um de seus fundadores, o Sr. Costantino Ottaviano, o hospital passou a adotar o nome de Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano.

O HCTCO é uma unidade estratégica na formação dos profissionais de saúde e conta com oito programas de Residência Médica. Atende à sociedade de Teresópolis tanto na Saúde Suplementar como no Sistema Único de Saúde. A busca constante pela qualidade se traduz em ações como instituir o Programa de Segurança do Paciente, o acolhimento as gestantes e ao trauma, a Ouvidoria,  investimentos em estrutura física e nas pessoas, com capacitações e revisão do processo de trabalho de forma contínua. 



PLANO DIRETOR DO HCTCO

Saúde e educação com credibilidade


A Visão

Ser um hospital universitário de excelência,

potencializar a alta complexidade e a pesquisa,

conquistando a autossustentação, com

responsabilidade socioambiental, até 2017.


A Missão

Promover, com ética e excelência, a integralidade

do cuidado, a educação, a pesquisa e a extensão

em saúde, com responsabilidade social e

compromisso ambiental, atendendo às

necessidades da sociedade.






Segurança do paciente:
uma questão de qualidade

A Portaria Ministerial 529/2013 institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) com objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Regulamentada pela RDC 36/2013, a qual institui ações para a promoção da segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde, suscitando estratégias que asseguram serviços ofertados com padrões de qualidade adequados. As ações incluem promoção, execução e monitorização de medidas intra-hospitalares visando a segurança do paciente.

O Programa de Segurança do Paciente foi instituído no Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (HCTCO) em 2014, cujo diagnóstico naquele momento apontou situações de risco que nortearam as estratégias e ações para a elaboração do Plano de Segurança do Paciente (PSP) visando à prevenção e a mitigação dos incidentes, desde a admissão até a transferência, a alta ou o óbito do paciente no HCTCO.

A implantação do Plano de Segurança do Paciente (PSP) tem como objetivo reduzir a probabilidade de ocorrência de Eventos Adversos (EA) resultantes da exposição aos cuidados em saúde, devendo ser focado na melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde, na disseminação sistemática da cultura de segurança, na articulação e integração dos processos de gestão de risco e na garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde.

O Plano de Segurança do Paciente (PSP) do Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (HCTCO) é constituído de ações de orientação técnico administrativos com foco primordial em prevenir a ocorrência de incidentes e eventos adversos relacionados à assistência a pacientes e aos profissionais da instituição.

As metas adotadas pelo HCTCO estão traduzidas nos 6 Protocolos de Segurança do Paciente publicados nas Portarias 1377/2013 e 2095/2013, que são:

  • Identificar corretamente o paciente;
  • Melhorar a comunicação entre profissionais de saúde;
  • Melhorar a segurança na prescrição no uso e administração de medicamentos;
  • Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos;
  • Higienizar as mãos para evitar infecções;
  • Reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão.

Conheça algumas das ações implantadas:

Identificar corretamente o paciente:




Melhorar a comunicação entre profissionais de saúde

A comunicação é um processo recíproco, uma força dinâmica capaz de interferir nas relações, facilitar e promover o desenvolvimento e o amadurecimento das pessoas e influenciar comportamentos.

Existem diversas formas de comunicação, como verbal, não verbal, escrita, telefônica, eletrônica, entre outras, sendo fundamental que ocorra de forma adequada permitindo o entendimento entre as pessoas.

O paciente recebe cuidados de diversos profissionais e em diferentes locais, o que torna imprescindível a comunicação eficaz entre os envolvidos no processo.

Passagem de plantão:

  • Transmita informações sobre o paciente em ambiente tranquilo, livre de interrupções e com tempo disponível para esclarecer as dúvidas do outro profissional.
  • Comunique as condições do paciente, os medicamentos que utiliza, os resultados de exames, a previsão do tratamento, as recomendações sobre os cuidados e as alterações significativas em sua evolução.
  • Informe sobre os procedimentos realizados e, no caso de crianças, qual familiar acompanhou sua realização.
  • Registre as informações em instrumento padronizado na instituição para que a comunicação seja efetiva e segura.

Registro em prontuário

  • Verifique se os formulários onde estão sendo realizados os registros são do paciente.
  • Coloque data e horário antes de iniciar o registro da informação.
  • Registre as informações em local adequado, com letra legível e sem rasuras.
  • Faça uso apenas de abreviaturas e siglas padronizadas, observando as que não devem ser utilizadas.
  • Realize o registro de modo completo e objetivo, desprovido de impressões pessoais.
  • Siga o roteiro de registro da informação estabelecido pela instituição.
  • Coloque a identificação do profissional ao final de cada registro realizado.

Melhorar a segurança na prescrição no uso e administração de medicamentos:

Administração segura de medicamentos

  • Prescrição: escolha incorreta do medicamento (de acordo com a indicação, contraindicação, alergias conhecidas e outros fatores); via de administração; apresentação; dose; quantidade; velocidade de infusão; concentração; frequência; prescrição ilegível; abreviações; similaridade dos nomes; instruções inadequadas de uso e ordens telefônicas que possam induzir a erros.
  • Transcrição: equívocos na transcrição da prescrição médica manual para o sistema de prescrição eletrônica, equívocos na prescrição do dia anterior para o dia seguinte e mudança de horários e medicações.
  • Atenção à prescrição: falha na revisão da prescrição médica não detectando problemas como incompatibilidade, interação e dose.
  • Unitarização: falha na identificação quando o medicamento é unitarizado e reembalado.
  • Separação/Dispensação: correspondem aos erros que ocorrem no momento da separação e dispensação dos medicamentos pelo Serviço de Farmácia, incluem erros de similaridade de embalagens e nomes.
  • Omissão: não administração de uma dose prescrita ao paciente.
  • Horário: administração do medicamento fora do intervalo de tempo predefinido.
  • Administração: Administração em outras formas que não a prescrita.
  • Procedimento ou técnica inapropriado na administração do medicamento.
  • Podem ser incluídas doses administradas pela via incorreta ou pela via correta, mas no local errado.
  • Medicamento impróprio para uso: medicamento formulado ou manipulado incorretamente (diluição ou reconstituição incorreta, misturas incompatíveis e armazenamento inadequado); administração de um medicamento vencido ou cuja integridade física ou química esteja comprometida.

Assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e paciente corretos

Higienizar as mãos para evitar infecções

Reduzir o risco de quedas e úlceras por pressão