CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS




Unifeso participa do 4º Desafio Nacional de Salvamento Veicular e Trauma

16-12-2019

Pela primeira vez, o Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) participou de uma edição do Desafio Nacional de Salvamento Veicular e Trauma, organizado pela Abres - Associação Brasileira de Resgate e Salvamento, e ficou em quinto lugar, na classificação geral no atendimento ao trauma. O evento, feito em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, aconteceu de 4 a 7 de dezembro, em Brasília. A etapa nacional serviu como seletiva para o Desafio Mundial de Resgate (World Rescue Challenge), que acontecerá, ano que vem, em Miami (EUA).

Os participantes devem ter experiência nas áreas de salvamento veicular e trauma, além de serem membros efetivos de Corpos de Bombeiros Militares ou voluntários, ou, ainda, membros de serviços de emergência públicos ou privados que prestem serviço e atendam ocorrências envolvendo vítimas presas às ferragens de veículos ou prestem atendimento pré-hospitalar em nível básico ou avançado. O objetivo principal do desafio é qualificar as equipes médicas e equipes dos Bombeiros Militares que trabalham diretamente no atendimento a vítimas de acidente de trânsito. Para isso, as equipes são colocadas em cenários de resgate veicular realistas, que simulam atendimento ao paciente politraumatizado em diversas situações.

O Unifeso foi a única instituição de ensino a participar do evento e foi representada por seis acadêmicos. “Fomos a primeira instituição de ensino a participar de um evento desse porte, disputando com profissionais renomados, com experiências de mais de 10 anos no atendimento pré-hospitalar”, disse Carlos Souza, professor do curso de Medicina e responsável pela coordenação da participação do Unifeso no desafio.

A equipe ficou em quinto lugar, na classificação geral, no atendimento ao trauma, atividade complexa envolvendo duas vítimas. “Foi uma excelente classificação para o Unifeso. Acho que, para o próximo ano, é bem viável que consigamos uma classificação entre os três primeiros colocados”, acredita o professor Carlos Souza.

Por Juliana Lila

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