Unifeso - A Saúde Tá ON: estudantes de Medicina usam rede social como ferramenta voltada ao público jovem para educação em saúde

CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS




A Saúde Tá ON: estudantes de Medicina usam rede social como ferramenta voltada ao público jovem para educação em saúde

17-06-2021

Um grupo com cerca de dez estudantes do segundo período do curso de Medicina do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) tive a iniciativa de desenvolver o projeto SaúdetaON, que utiliza a rede social Instagram como ferramenta para educação em saúde, voltada para o público jovem. Através do Eixo de Prática Profissional IETC (Integração Ensino-Trabalho e Cidadania), acadêmicos estão desenvolvendo o projeto de conscientização sobre temáticas relacionadas à sexualidade, à prevenção a doenças e à adolescência.

No perfil são publicados posts semanais abordando temáticas diferentes, tais como gestação, métodos contraceptivos e outras pautas que merecem destaque e atenção. Para engajar o público e levar mais informações, há enquetes e dúvidas podem ser sanadas por direct. 

“Queríamos passar, com certa descontração e leveza, informações úteis ao público jovem. Isso inclui sexualidade, prevenção a doenças, entre outros temas relevantes. Nossa estratégia de fazer com que as informações chegassem ao público-alvo foi, justamente, o virtual, então criamos um perfil no Instagram para estar mais próximos durante pandemia”, conta a estudante Camille Freitas de Araujo.

Segundo ela, as principais metas do grupo estão centradas na entrega de informações essenciais ao público jovem, dinamizando o acesso às mesmas por um meio muito usado pela juventude atual: a rede social. “O que nós esperamos é ajudar o público jovem a alcançar uma melhor qualidade de vida por meio da saúde”, explica a estudante, apontando resultados positivos do projeto e feedbacks gratificantes. 

O trabalho é acompanhado pela preceptora Isabela Monnerat. “Os alunos desenvolvem, no segundo período, algumas temáticas relacionadas à adolescência, sexualidade e contraceptivos. Eles fizeram uma atividade prática e, por causa do distanciamento da pandemia, prestamos teleatendimentos. Foi quando se identificou a necessidade de um canal de comunicação para que conseguissem também atrair mais adolescentes”, lembra a professora Isabela. 

Por Giovana Campos

 

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