Foi o caso do Dr. Ernesto Ruggerini Filho, cirurgião plástico que hoje vive em Imperatriz, no Maranhão. “Tem mais de 30 anos que não venho a Teresópolis. Não conheço mais a faculdade, o que lembro daqui é o casarão e a parte de laboratórios, na minha época era tudo o que tinha aqui. A Feso cresceu muito, ela tem esse mérito porque para nós foi uma excelente faculdade. Vir aqui de novo é como passar um filme na cabeça. É muito bom relembrar e ver o quanto isso aqui cresceu”, contou emocionado.
A Dra. Maria Antônia Pizarro, pediatra e neonatologia, veio de Santo Ângelo (RS) e concorda com o colega. “Estar de volta à cidade é muito emocionante, afinal, passamos bons anos das nossas vidas aqui. Foi um tempo de formação e de mudança, em que saímos da adolescência e entramos na vida adulta com uma responsabilidade muito grande. Tenho um sentimento de gratidão pela oportunidade de ter cursado esta faculdade, pelos mestres que tivemos, e que ainda estão presentes em nossa memória, e pela oportunidade desta acolhida. A nossa turma tenta se reencontrar todos os anos, há mais de uma década, nem sempre todos estão, mas é sempre um congraçamento. É um momento de reconhecer os amigos que conhecemos há 40 anos, e isso é sempre emocionante”, disse.
O grupo também teve a oportunidade de reencontrar o professor de anatomia Mario Manoel Parreira Fortes. “Fui professor deles no primeiro período, há 46 anos. Hoje é um dia muito especial, estou fazendo 83 anos e ganhei este presentão. Não podia deixar de comparecer, pois se trata de um momento raro. Sou professor da casa desde 1970, embora a instituição tenha mudado muito, o convívio e o carinho continuam os mesmos”, falou com emoção.
Após fazer um tour pela instituição, para conhecer a Biblioteca Central e as novas salas de tutoria, o grupo foi ao auditório Multimídia 24, onde foi realizada uma homenagem.
Por Juliana Lila
