De acordo com o professor Luis Filipe Figueiredo, neste ano foram cinco equipes compostas por quatro estudantes de períodos variados (do 5º ao 11º período). “Na fase eliminatória, cada equipe perpassava por quatro salas de atendimento: um paciente com cefaleia, um com dor torácica, um com dispneia e um outro com TCE. Nessas salas, as equipes eram avaliadas por nossos professores. Das cinco equipes, três se classificaram, as quais abordariam, na fase final, o atendimento do mesmo paciente que haviam atendido pela manhã e que havia piorado. Nessa fase, decidiram-se o 1º, 2º e 3º lugares”, explicou o professor.
Para o docente, a atividade é “uma forma de avaliação mais abrangente, pois naquele instante em que a equipe de estudantes está de frente com um ‘paciente’ real, que tem uma personalidade única e um contexto biopsicossocial envolvido, podemos avaliar estes estudantes no trabalho em equipe, na liderança, nas relações interpessoais, nas habilidades e no atributo cognitivo em um mesmo momento”.
A atividade contou com o apoio do grupo dos membros da Oficina de Teatro da Feso Pro Arte.
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A Olimpíada de Simulação Clínica foi criada no ano de 2018 pelo professor Luis Filipe, em conjunto com um grupo de estudantes. “Assim nasceu o embrião. Mas, com a formatura da maioria dos estudantes deste grupo inicial, e com o aparecimento da pandemia, as atividades cessaram. No entanto, no final do semestre passado, o grupo retornou com novos estudantes (11 no total) de períodos variados e decidiu fazer a segunda edição da olimpíada no VI Confeso.
Por Giovana Campos
