CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS




Comissão Própria de Avaliação apresenta resultados da pesquisa institucional

10-12-2019

Toda instituição de ensino tem que ter uma Comissão Própria de Avaliação (CPA), trata-se de um cumprimento de um requisito legal. Essas comissões devem avaliar as instituições com base nos eixos preestabelecidos pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), criado pela Lei n° 10.861. 

A CPA do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) é anterior a essa lei e tem como premissa não só o cumprimento de um requisito legal, mas de um instrumento de melhoria institucional e da qualidade do ensino. A CPA do Unifeso é formada por representantes de diversos segmentos da instituição, ou seja, por professores, alunos e funcionários técnico-administrativos, que não recebem qualquer pagamento, já que se trata de um trabalho voluntário, em prol da instituição.

A pesquisa, apresentada dia 28 de novembro, foi resultado da coleta de dados feita durante dois anos. Em 2018, foram avaliados os eixos Políticas de Gestão e Infraestrutura e, em 2019, foram avaliados os eixos Planejamento e Avaliação Institucional, Desenvolvimento Institucional e Políticas Acadêmicas. O relatório final da pesquisa estará disponível para consulta, a partir de janeiro de 2020, no site do Unifeso. A CPA também fará uma exposição itinerante de banners com os resultados.

“Criamos um modelo de pesquisa em que pudéssemos ter um embasamento. A ideia é que o modelo seja aprimorado conforme a necessidade. Na pesquisa de 2017, só era possível responder sim ou não, e não tínhamos um parâmetro a ser seguido. Decidimos usar nessa pesquisa os instrumentos de avaliação dos cursos de graduação e de reconhecimento do centro universitário para elaborar as nossas perguntas. Então, toda a pesquisa foi feita com base nesses dois instrumentos e ainda nos resultados negativos da pesquisa de 2017”, explicou a professora Vivian Paim, coordenadora da CPA.

A decisão foi assertiva. Em 2017, a adesão à pesquisa por segmento ficou entre 10 e 13%, já nesta pesquisa, a adesão ficou em 30% ou mais. Desta vez, a pesquisa também foi aplicada aos gestores e à pós-graduação, presencial e EAD, por isso o crescimento em termos de resultados. 

Outro ponto positivo se deve também ao aprimoramento na forma de coleta de dados. Além do uso de tablets, houve uma intensificação do uso dos laboratórios de informática da instituição. “Alunos e professores foram convidados pelos pesquisadores a irem aos laboratórios para responderem a pesquisa”, contou Vivian.

Para cada pesquisa é sempre lançado um edital, em que são selecionados os pesquisadores, em sua maioria, bolsistas e responsáveis por elaborar e circular a pesquisa e fazer a análise de resultados para o relatório final, que é entregue ao Ministério da Educação (MEC). A pesquisa é respondida por professores, alunos, funcionários técnico-administrativos e pela a sociedade civil, no caso, usuários das clínicas do Unifeso e do Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (HCTCO). 

Por Juliana Lila

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